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23 de Julho de 2019

Os 10 mandamentos para casais que estão se divorciando e possuem filhos menores

Samirys Verzemiassi, Advogado
Publicado por Samirys Verzemiassi
há 11 dias

Sabemos que o divórcio ou a dissolução da união estável é um momento delicado para todos aqueles que estão envolvidos, em especial, as crianças e adolescentes.

Para tentar diminuir as dores e as frustrações vividas pela família e ajudar a enfrentar essa etapa da melhor forma possível, elaboramos um pequeno manual com 10 mandamentos para os casais que estão colocando fim ao relacionamento e possuem filhos menores.

São eles:

1.Tente resolver as questões atinentes aos filhos primeiro, para depois discutir questões patrimoniais (geralmente o que deixa o processo moroso são as questões patrimoniais, sobre as quais o casal não chegou a um consenso);

2. Por mais que os seus sentimentos com relação a outra pessoa não sejam os melhores, há vida após o término do relacionamento e seu filho ou filha não deve pagar por isso;

3. Nunca fale mal do (a) ex para os seus filhos;

4. Ao definir guarda e regime de convivência, pense unicamente no bem estar dos filhos. A convivência familiar saudável, além de ser direito da criança e do adolescente, é fundamental para a formação do indivíduo;

5. Embora tenha terminado o casamento ou a união estável, o vínculo entre ambos será eterno. Tente ao máximo manter o bom relacionamento com o ex parceiro;

6. Existe ex-marido e ex-mulher, mas não existe ex-pai ou ex-mãe. Não confunda!

7. Em caso de demandas judiciais desgastantes, onde há a prática de alienação parental por um dos genitores, nunca desiste de lutar pelo seu direito de conviver com seu filho (ou filha);

8. Filhos não são propriedades e em hipótese alguma devem ser usados como moeda de troca.

9. Nunca trate de assuntos de responsabilidade dos pais com os filhos, como por exemplo, pensão alimentícia. Ex-casais geralmente discordam sobre o valor da pensão e esse tipo de informação pode ser transmitido de forma “destorcida” à criança ou adolescente que poderá tomar partido de um dos lados.

10. Entenda que o processo não é lugar para vingança. Não se discute quem teve culpa ou os motivos que levaram ao término. Busque sempre a melhor solução de forma consensual.

Por Samirys Verzemiassi Borguesani e Carvalho

Advogada – OAB/SP 320.588

Informações para contato:

E-mail: s.verzemiassi@verzemiassiecarvalho.com.br

Instragram: https://www.instagram.com/advocacia.em.família/

6 Comentários

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Ótimo texto! Continue assim! continuar lendo

Texto mui agradável. Encanta-me a perspectiva das crianças durante a ruptura dos genitores. Essencialmente, gostaria de frisar: amem as crianças. Obrigado. continuar lendo

Ótimas dicas, texto simples e de fácil compreensão! continuar lendo